subglobal1 link | subglobal1 link | subglobal1 link | subglobal1 link | subglobal1 link | subglobal1 link | subglobal1 link
subglobal2 link | subglobal2 link | subglobal2 link | subglobal2 link | subglobal2 link | subglobal2 link | subglobal2 link
subglobal3 link | subglobal3 link | subglobal3 link | subglobal3 link | subglobal3 link | subglobal3 link | subglobal3 link
subglobal4 link | subglobal4 link | subglobal4 link | subglobal4 link | subglobal4 link | subglobal4 link | subglobal4 link
subglobal5 link | subglobal5 link | subglobal5 link | subglobal5 link | subglobal5 link | subglobal5 link | subglobal5 link
subglobal6 link | subglobal6 link | subglobal6 link | subglobal6 link | subglobal6 link | subglobal6 link | subglobal6 link
subglobal7 link | subglobal7 link | subglobal7 link | subglobal7 link | subglobal7 link | subglobal7 link | subglobal7 link
subglobal8 link | subglobal8 link | subglobal8 link | subglobal8 link | subglobal8 link | subglobal8 link | subglobal8 link

Como começou a Sociedade Espírita

"Os Missionários"

Desde adolescente, Analígia Santos Francisco procurava terrenos para fazer uma casa de caridade. Orientada por espíritos desde os 4 anos os quais ela chamava de “tios”, conviviam no seu dia-a-dia como se fossem reais, pois através de sua mediunidade de vidência, percepção auditiva e clarividência não percebia a diferença entre as dimensões. Quando dormia, passeava com eles em espírito. Certa vez, em um desses passeios, quando estava flutuando acima da sua casa, viu uma bola furada no telhado, e quando acordou na manhã seguinte, pediu para que seus amigos fossem até o telhado e constatou que realmente havia uma bola lá.

Conforme foi crescendo, além da orientação direta dos Espíritos com relação ao futuro, recebia instruções através de sua mãe que também era médium e se comunicava com esses amigos espirituais.

Na adolescência recebia muitas mensagens através da psicografia e alguns livretos.

Quando conheceu seu marido Antonio Pimentel Francisco, sentiu ainda mais intensa a necessidade de encontrar o terreno para a Casa Espírita, e em 23 de janeiro de 1983 foi fundada em sua residência a Sociedade Espírita dos Apóstolos Missionários a Serviço do Senhor, na rua Ernestina, 74 – Lins de Vasconcelos – Rio de Janeiro.

E assim foram se aproximando amigos como Dagoberto Francisco da Fonseca, Lindaura Antonia Cruz da Fonseca entre outros. Foram feitas no decorrer dos anos várias reuniões e trabalhos de assistência a pessoas carentes, até que depois de tanta procura, foi encontrado o terreno que hoje abriga a Sociedade Espírita “Os Missionários” situada à Rua Ana Rosa de Oliveira, 417 – Jacutinga – Mesquita – RJ, em meados de fevereiro de 1987.

A primeira pessoa lá encontrada foi a Maria das Graças Santos Medeiros e a casa foi sendo construída com muita dificuldade por vários companheiros, inclusive Júlio Cesar Santos Medeiros que não só ajudou a construir o 1° andar, como terminou o 2° mais a frente. E finalmente, em 21 de agosto de 1988 foi inaugurada a casa que abriga hoje a Sociedade Espírita “Os Missionários”. Outros companheiros também chegaram, como Maria Helena Santos Silva, Valério dos Santos, Clenilde Fontes dos Santos, Sebastião Aquino dos Santos, Lybio Ribeiro Magalhães, Júlio Rosas Medeiros , Edson Pereira Valença, Nadia Maria Valença, Maria da Penha Freitas Fonseca, Gilberto Martins Viera, Lourdes Luzia da Costa, Aidê Maria Moreira, José Luiz Garcia, Rômulo Cesar Periard, Rosane Santos Medeiros, Marcelo Santos Francisco, Adriana Santos Francisco dentre tantos que nos ajudaram no decorrer desses anos.

Hoje, A instituição está fazendo vários trabalhos de estudos doutrinários, assistência Social da Criança e do Adolescente através do reforço escolar, e assistência à pessoas carentes.

Os Espíritos que sempre acompanharam Analígia desde os 4 anos de idade, são os mentores Espirituais do trabalho desenvolvido até hoje e o que será feito no futuro pela Sociedade Espírita “Os Missionários”. São ao todo 11 amigos espirituais intitulados “Apóstolos Missionários a serviço do senhor” .

O Lema da Casa é:

“Quem enxuga lágrimas alheias, não tem tempo para chorar”!

 

©2009 Os Missionários